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Cidades Quarta-feira, 02 de Abril de 2025, 07:00 - A | A

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"BARRIGA CHEIA"

Após paralisação, Ifood se pronuncia e diz que entregadores recebem mais que CLT

Bruna Cardoso

Repórter | Estadão Mato Grosso

Após os protestos dos entregadores de aplicativo pelo país, o Ifood se pronunciou sobre a manifestação. A empresa declarou que respeita o direito à manifestação e disse que mantém diálogos com os entregadores. Nesta segunda-feira, 31 de março, o Ifood também disse que está estudando o atual cenário econômico para depois viabilizar um reajuste na tarifa e que atualmente os entregadores recebem mais que um assalariado. 

Na nota, o Ifood diz que os entregadores ganharam um reajuste de R$ 3,31 para R$ 6,50 entre 2022 e 2023. Eles também citam que aumentou em 50% no valor do km rodado e implementou um adicional de R$ 3 para entregas agrupadas. A empresa também citou que os motoboys recebem até 4x a mais por hora do que um trabalhador que recebe um salário mínimo, segundo informações da Revista Veja.

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Os motociclistas reivindicam o reajuste na taxa mínima por entrega de R$ 6,50 para R$ 10 e também um aumento no valor do km rodado para R$ 2,50.

Em Cuiabá, os entregadores por aplicativo se organizaram a paralisação nacional da classe em um protesto por melhores condições de trabalho oferecidas pelas plataformas. A paralisação ocorrerá nos dias 31 de março e 1° de abril, segunda e terça-feira, respectivamente.

Inicialmente, eles se reuniram em frente à Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e depois seguiram para pontos estratégicos em Várzea Grande e Cuiabá.

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