O governador Mauro Mendes (União Brasil) comentou as medidas defendidas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), sobre retirar alimentos e energia do cálculo para frear a inflação no país. Ele comentou que tratar o assunto com medidas populares não soluciona o problema e que é necessário priorizar a responsabilidade fiscal e controlar os gastos públicos. A declaração foi dada durante o encontro estadual do PRD Mato Grosso, nesta terça-feira, 25 de março, em Cuiabá.
"Não dá para achar que inflação e economia se fazem com passe de mágica ou com medidas espetaculares ou até mesmo populistas [...] Não adianta reduzir o imposto de renda para o trabalhador e a inflação vir comer todo esse ganho [...] o salário vai ser reajustado uma vez por ano, e aí, durante esse ano, a inflação vem, ó, todo mês, nhoc, nhoc, nhoc, nhoc, come no final, o salário ficou menor do que era quando se pagava imposto de renda", explicou.
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Esta não é a primeira vez que o governador defende medidas duras para combater crises econômicas e garantir poder de investimento na Administração Pública. Aliás, esta foi uma de suas primeiras medidas quando assumiu o Governo do Estado em janeiro de 2019. Na época, ele assumiu o Palácio do Paiaguás em uma situação crítica, com atraso em várias obrigações do Estado: duodécimo dos poderes, folhas de servidores, fornecedores, entre outros.
Uma de suas primeiras medidas foi encaminhar um projeto de reforma tributária e a criação de uma Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual. O governador atribui a essas medidas, que limitaram e regulamentaram os gastos públicos, à recuperação fiscal do estado e à capacidade de realizar investimentos.
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